Ângulos - Esther (Cap.9)


Tive um sobressalto ao ouvir meu nome. Assisto esse casal já a alguns meses, nunca pensei que isso aconteceria. Mas quando ela começou a leitura, me excitei com a possibilidade. Ver esses dois em ação é sempre inspirador. Agora sim, tô pronta pra ir acabar com meu novinho.
Achei o rapaz num app focado em sexo casual. Passei por um divórcio faz pouco mais de um ano, e descobri que a solteirisse é libertadora. E descobri também que logo eu, que fugi de casa pra ficar com um homem oito anos mais velho, gosto mesmo é de gente jovem. E que os jovens também gostam de mim. Até demais pro meu gosto na verdade. Já tive que dar cada corte…
Esse de hoje é um moleque, de 19 aninhos, uma graça. Eu que ia buscá-lo, o que me colocava no controle do nosso encontro, na decisão do que íamos fazer. Não que ele não soubesse. Odeio perder tempo, ataco o mais rápido possível. Alguns se assustam e fogem. Os que ficam, bom, digamos que ganham uma boa história pra contar.
Fechei o notebook, joguei pro lado. Considerei trocar a calcinha molhada, mas pensei melhor e decidi ir simplesmente sem. Minha única peça de roupa era meu vestido tomara que caia acinturado, até o meio das coxas, justinho. Joguei uma sandália de salto alto dentro do carro pra calçar quando chegássemos. Conferi no celular. Ele mandou mensagem pra saber se tava tudo certo. Confirmei e saí dirigindo.
De longe vi ele parado na esquina, abriu um sorrisão ao me ver chegando, e apertou uma mão dendo da outra, estralando os dedos. Novinho e bem disposto, tudo que eu preciso hoje. Destravei a porta do carro, ele foi entrando, trazendo consigo o cheiro de um perfume pesado, porém discreto. Gostei.
-Boa noite Esther.
-Boa noite neném.
-Então esse é seu jogo?
-Como assim?
-Gosta de rapazes pra brincar de mamãe?
Parei um pouco pra pensar. Havia chamado-o assim apenas por brincadeira, mas porque não um joguinho? Olhei pra ele de canto de olho:
-E se for? Vai ser o neném da mamãe?
-Não sei, depende. Eu tô com fome. O que a mamãe vai fazer pra resolver isso?
As cartas estavam dadas,e ele nem por um segundo disfarçou que olhava pro meu decote enquanto falava. Apertei um seio com a mão esquerda, levei a direita até sua nuca. Arranhei devagar.
-Não sei, o que você sugere?
-Mamãe é inteligente, mamãe sabe.
-Então vem cá…
Puxei o vestido pra baixo, meus seios saltaram, os biquinhos ficando duros. Agora era amão dele que tava fazendo massagem. Se inclinou pra mim, e colocou o esquerdo na boca, tanto quanto conseguiu, guloso. Ficou me olhando de baixo pra cima, segurando no encosto do banco, e mamando, bem babado. Fechou os olhos e continuou. Lhe fiz mais um carinho no cabelo, e saí dirigindo, com aquela língua quentinha passeando em mim.
Ele parou por um momento, recuperando o ar. Ficou dando bitoquinhas enquanto isso.
-Já neném?
-Ainda não mamãe. Vou querer mais.
Girou no banco, ficando de barriga pra cima, e se arrastou pra alcançar meu seio esquerdo. Encostei o carro numa esquina escura, e amparei meu menino em meus braços. Ele me olhava diretamente com meu peito na boca, e com a mão livre no outro seio, sem me dar folga. Com o carro parado pude relaxar, deixar o prazer fluir livre pelo meu corpo, o sangue subindo, me deixando inteira quente.
Ele dobrou o braço atrás das costas, passando por baixo de si, se intrometendo entre minhas pernas. Levantou os cantos da boca, num meio sorriso, os dedos lá embaixo me conhecendo mais, me sentindo mais. Era hora de retribuir.
Olhei pra calça dele, estufada. Apertei aquele volume. Os dedos dele lá embaixo passearam pelos meus lábios, pra cima e pra baixo. Dei outro apertão. A ponta de um dedo ficou na entradinha, sem avançar mais. Abri o zíper e o botão. Senti mais um dedo. Enfiei a mão dentro da cueca preta e dei uma pegada gostosa. Ele mamou mais forte, e empurrou os dedos. Sorri pra ele, encorajando, e comecei uma punheta suave. Ele forçou o braço ao máximo, mas não conseguia enfiar mais os dedos. Era uma posição bem desconfortável pra ele.
-Neném, mamãe acha que você pode mamar melhor se a gente fizer de outro jeito…
Ele deu um último chupão bem forte pra tirar a boca.
-Que outro jeito mamãe?
Empurrei a calça dele pra baixo. Envolvi-o agora nos dois braços e levantei do meu colo, fazendo a boca dele ficar perto da minha. Não me aguentei e tive que beijá-lo. Saí do beijo e falei baixinho:
-Não se preocupa, mamãe vai te mostrar…
Fiz que ele se sentasse de novo no banco do passageiro. Terminei de deslizar o vestido pra baixo, acabou junto da sandália. Olhei pro meu “neném” no banco ao lado. Já havia afastado o banco pra trás e inclinado um pouco o encosto.
-Mas que menino esperto…
-Tudo pela mamãe que tá cuidando tão bem de mim.
Fiquei ajoelhada por cima dele, curvada pra não bater no teto do carro. Com uma mão puxei a cabeça dele de volta pro meu colo. A outra passei entre nós dois pra pegar naquele caralho. Não tirávamos o olhar um do outro. Encaixei ele direitinho. E desci.
Fui até bem embaixo, não queria desperdiçar nada. Soltei o ar aos poucos, relaxando, curtindo cada sensação, as mãos dele espalmadas na minha bunda, a boca dele nos meus seios, e o cacete duro bem fundo. As mãos dele deslizaram da bunda até a cintura, e apertaram. Me fiz de desentendida, e esperei por ele.
E ele veio. Forte. Me sustentou enquanto fodia de baixo pra cima, sem pena. Meus peitos pulando na cara dele. Esfregou a cara toda, me aranhando com a barba enquanto olhava pra mim. Uma gota de suor se formando na testa. Passei a mão. E ele incansável. Minha buceta sendo castigada do jeito que eu gosto. E molhadíssima. Senti que tava perto. Puxei a cabeça dele pro lado, cheirei aquele perfume gostoso. Ele gemeu pra mim. Apertei aquele cacete gostoso lá dentro, e acabei gemendo junto. Ele perdeu um pouco do ritmo.
-É só isso que você tem pra mamãe, Henrique?

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