Vinho - Preparando (Cap.1)
Estaciono na garagem de casa, tiro o salto e entro. Estou vestindo um terninho simples, chegando do trabalho. Foi um dia longo, meu corpo implora pela cama e talvez por uma massagem.
Entro, e meu marido está sentado no sofá, com uma taça de vinho na mão. Vou até ele, me sento em seu colo, o cumprimento silenciosamente, com um beijo longo e alcoólico. Preciso conquistar minha massagem afinal de contas.
Ele sai do meu beijo e me faz um carinho nas coxas. Estende a mão para o lado, para uma das almofadas do sofá, e tira-a do lugar calmamente, revelando um cinto. Olha fixamente pra mim, aguardando minhas reações. A primeira que tenho é lá embaixo, quero isso, preciso, faz tanto tempo...
Beijo seu pescoço, mordisco sua orelha
-Sim senhor.
Me levanto e caminho até o banheiro. No caminho, passo pelo nosso quarto, que está com a porta entreaberta. Sobre a cama, vejo nossas cordas, uma tira larga de seda e ela. A palmatória. Tranço as pernas inconscientemente, excitação crescendo.
-hãham.....
Ele tá na entrada do corredor, me vê sendo enxerida. Me afasto da porta e vou para o banheiro. Lá, ao lado do shampoo, ele colocou um óleo corporal especial, que provoca calor. Ele entra no banheiro junto comigo, me olha de braços cruzados, com o cinto na mão. Tiro a roupa devagar, é minha vez de ser provocante. Fico de costas pra tirar a calcinha, e rebolo bastante enquanto me inclino.
Dor. Ele me deu uma cintada pela minha ousadia. Me ergo bruscamente. Torço os braços pra trás, para o o fecho do sutiã. Sinto sua aproximação, seu desejo me pressionando a bunda, e as mãos dele ali me ajudando. É a vez dele morder minha orelha.
-Linda
Me derreto inteira, fico cheira de vontade de me virar e abraçar e beijar e arranhar e cheirar...
Mas não. Hoje não é noite de romance. Hoje é noite de uma deliciosa mistura de dor e obediência. Libero o coque do cabelo e abro o chuveiro. O olhar dele em mim causa arrepios. Quero pedir a companhia dele no banho, mas sei que não posso. Me lavo devagar, de costas. Passo a mão na bunda, em círculos. Abro e pisco, me exibindo. Passo o dedo por ali, mas sem enfiar, me arrepio de novo. A água do chuveiro tenta esfriar meu corpo, em vão. Ele acendeu o vulcão dentro de mim. Me viro de frente, os olhos fechados. Massageio os seios. Junto ao som da água que cai, ouço o farfalhar de tecido. Ele está excitado também, quase perdendo o controle e avançando em mim. Me viro para o lado, para a prateleira de shampoos, e pego o óleo. Abro o frasco com cuidado, não quero molhar o conteúdo. Derramo um pouco na mão e respiro fundo.
Um estalo. Ele bateu um lado do cinto contra o outro, me apressando. Fixo meu olhar no dele enquanto desço a mão, e acaricio minha menina com aquele óleo. Nada acontece a princípio. De repente, um pouco de calor. E mais. Mais. Quente, muito quente, quase volto pra baixo do chuveiro. Ele estende a mão e me segura, me puxa pra si. Faz com que eu esfregue o resquício de óleo nos mamilos, e eles também ardem em chamas. Passa por mim, fecha o chuveiro, e me puxa pra fora do banheiro, em direção ao quarto.
Minha buceta queimando, e ele sem pressa nenhuma. Pega uma toalha, e vem em minha direção. Me põe de pé em frente ao espelho do quarto, faz com que eu me veja assim, tão vulnerável. Cola o corpo ainda vestido no meu, e vai me enxugando lentamente. Minha pele sensível de excitação sente cada fiapo macio de algodão como se fossem agulhas. Passa devagar pelo pescoço, desce entre os seios. Envolve minha barriga e vai com as mãos por cima da toalha até a cintura. Aperta forte e dá um tranco pra trás.
-Gostosa!!!
Ele duro encostado em mim, sussurrando em meu ouvido, e agora passando suave a toalha na minha bucetinha quente, acabo não me controlando e gemendo baixinho. Ele ainda tá esfregando, sem pressa, sem força. Quero mais, preciso de mais. Ponho a mão sobre a dele e aperto.
A resposta dele foi instantânea. A outra mão subiu e me bateu na cara. Abro os olhos e vejo pelo espelho meu rosto ficando ainda mais vermelho. Ele se desvencilha do meu toque e solta a toalha. Espalma as mãos em meu corpo. Sobe para os meus seios. Aperta os bicos entre o polegar e o indicador. Pressiona mais o corpo contra o meu, seu hálito em meu pescoço.
Se afasta. Através do espelho, sinaliza que eu me aproxime dele, que está ao lado da cama. Esconde algo atrás das costas. Quando chego perto, aponta pro chão. Me ajoelho, obediente. Pede minha mão, e eu dou. Os pontos de calor do óleo estão insuportáveis, sinto minha buceta praticamente latejando, implorando por um alívio, e os seios doloridos de seu aperto ainda queimam. Mas tenho que obedecer. Fui treinada pra isso.
Com minha mão sobre dele, me é revelado o que ele esconde nas costas.
Rígida, larga, pesada, implacável.
A palmatória.
Já gosteii❤
ResponderExcluirCada dia mas encantada . Parabéns por dividir seu incrível talento conosco.
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